A inserção da tecnologia na minha profissão como professor de Filosofia e Sociologia demonstrou cada vez mais interesse por partes dos discentes e dinamismo nas aulas onde a cada encontro a interação e interatividade desenvolveram articulação do conhecimento. Tecnologia e educação compartilham e promovem a sociedade da informação que gera conhecimento pleno.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Informações Profissionais
Nome: Aldemir R. da Silva Filho
Bacharelado em Ciências Políticas e Sociologia - UNIFOR
Licenciatura Plena em Filosofia - UVA
Pós -graduação em Metodologia no Ensino de História - UECE
Pós - graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica - UFC (Cursando)
Local de trabalho: Colégio Cascavelense/ E.E.F.M. Custódio da Silva Lemos
Contato: 88950277 Email: aldemirjaf@yahoo.com.br
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Curso de Pós-Graduação em Lato Sensu em Coordenação Pedagógica - UFC/2013
Informações Gerais
Nome do Curso:
Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (Pós-graduação lato sensu)
Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica (Pós-graduação lato sensu)
Duração:
O Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica terá duração de 405 h/a e será realizado em três semestres, sendo dois semestres destinados as atividades teóricas e práticas, e um semestre de orientação didática a fim de acompanhar a elaboração das monografias, que deverão ser apresentadas a uma banca como forma obrigatória a conclusão do curso.
O Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica terá duração de 405 h/a e será realizado em três semestres, sendo dois semestres destinados as atividades teóricas e práticas, e um semestre de orientação didática a fim de acompanhar a elaboração das monografias, que deverão ser apresentadas a uma banca como forma obrigatória a conclusão do curso.
Certificação:
Ao final do curso de Pós-Graduação lato sensu em nível de Especialização, o aluno que cumprir todas as exigências legais e regimentais, fará jus ao certificado de Especialista em Coordenação Pedagógica expedido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará.
Ao final do curso de Pós-Graduação lato sensu em nível de Especialização, o aluno que cumprir todas as exigências legais e regimentais, fará jus ao certificado de Especialista em Coordenação Pedagógica expedido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
ENEM - 2013 (FILOSOFIA/SOCIOLOGIA)
Lista de assuntos
de atualidades para o Enem -2013
Professor
Fil. Aldemir – Enem 2013 - Filosofia/Sociologia
Lista com os conteúdos que mais caem no Enem em Filosofia e Sociologia; confira:
Filosofia:
Ø Filosofia
antiga: Sócrates, Platão e Aristóteles (concepção de ética e política de um
deles);
Ø Filosofia
medieval: São Tomás de Aquino (questão da relação da fé e a razão);
Ø Filosofia
moderna: Maquiavel (suas concepções no campo da política), Thomas Hobbes, John
Locke, Jean-Jacques Rousseau (estado de natureza, contrato social e estado de
sociedade para cada um) e Immanuel Kant;
Ø Filosofia
contemporânea: Michel Foucault;
Ø Sociologia:
Ø Movimentos
sociais, socialização, surgimento das instituições, questão da cultura,
estratificação da sociedade, papel social da educação, pobreza e
desenvolvimento, e clássicos:
Ø Auguste
Comte (visão ao positivismo), Karl Marx e Jürgen Habermas.
Professor
Aldemir lembra que questões sobre cidadania e política, ética, liberdade e
trabalho durante a história da humanidade também são amplamente abordadas no
Enem em filosofia.
Lista de
assuntos de atualidades para o Enem -2013
1. Médicos
estrangeiros no país: em maio, os governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização
Pan-Americana da Saúde, anunciaram a possível vinda de 6.000 médicos cubanos para
trabalharem nas regiões brasileiras mais carentes. O anúncio gerou polêmica;
2. Redução
da maioridade penal: Após mortes ocasionadas por menores de idade do
país, o debate da redução da maioridade foi amplamente retomado. Uma pesquisa da CNT (Confederação
Nacional dos Transportes) afirma que a ação é defendida por mais de 90% dos
brasileiros. Contudo, órgãos e entidades, como a OAB, acreditam que a redução não diminuirá a criminalidade;
3. Comissão
da verdade: Com a morte de Jorge Videla, ditador argentino, Tania de Luca
acredita que o exame pode abordar como foram diferentes os períodos da ditadura
no Brasil e no resto da América Latina e o tipo de acerto de contas que estão
sendo feitos;
4. Crise
na zona do euro: "Ela está colocando em risco a própria ideia de Europa.
Existe um grave problema aqui. A França acabou de se
assumir como país em depressão".
5. Primavera
árabe: "Ela continua na Síria e agora na Turquia, onde há uma
situação mais complexa. O estopim foi a possível criação de um shopping na maior
área verde de Istambul e está se juntando com o processo de islamizar o país".
6. Margaret
Thatcher: A morte da primeira e, até agora, única
mulher a chefiar o governo do Reino Unido pode ser cobrada no Enem para
que o candidato faça um balanço sobre a política externa que ela aplicou no
país e sua relação com movimentos trabalhistas;
7. Hugo
Chávez: Após 14 anos no poder, a morte do venezuelano abre uma nova
era para o país sul-americano. O assunto poderia embasar discussões sobre o
populismo e questões relacionadas às instituições democráticas;
8. Atentado
em Boston: Os dois suspeitos apontados pelo FBI como responsáveis pelas explosões
foram identificados como sendo os irmãos Dzhokhar, preso pela polícia, e Tamerlan, morto
após tiroteio. Os dois são russos e residentes legais nos Estados Unidos há no
mínimo um ano. O assunto pode ser relacionado com questões de extremismo
religioso;
9. Tensão
entre as Coreias: A Coreia
do Norte voltou a ameaçar a vizinha e os Estados Unidos de ataques com
armas nucleares. No final de março, declarou "estado de guerra" com o
Sul e, em 2 de abril, anunciou que reativará suas instalações nucleares,
incluindo a principal, de Yongbyon, fechada em 2007;
10. Vazamento
sobre espionagem nos Estados Unidos: "É uma
questão superinteressante. Agora não temos apenas o WikiLeaks".
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
TEXTO SOCIOLÓGICO: Argumente - 2013
Os indivíduos e a história
A História não faz nada, "não possui nenhuma riqueza imensa", "não luta nenhum tipo de luta"! Quem faz tudo isso,quem possui e luta é, muito antes, o homem, o homem real,que vive; não é,por certo, a "História", que utiliza o homem como meio para alcançar seus fins - como se tratasse de uma pessoa á parte - ,pois a História não é senão a atividade do homem que persegue seus objetivos.
____________________________________________________________________________________
Marx,Karl e Engels,Friedrich. A sagrada família.São Paulo: Boitempo,2003.p.111.
TEXTO SOCIOLÓGICO: TAREFA DA SOCIOLOGIA - 2013
Tarefa da Sociologia
Não há escolha entre maneiras "engajadas" e "neutras" de fazer sociologia. Uma sociologia descompromentida é uma impossibilidade. Buscar uma posição moralmente neutra entre as muitas marcas de sociologia hoje praticadas, marcas que vão da declaradamente libertária á francamente comunitária, é um esforço vão. Os sociológos só podem negar ou esquecer os efeitos de seu trabalho sobre as ações humanas singulares ou em conjunto, ao custo de fugir á responsabilidade de escolha que todo ser humano enfrenta diariamente. A tarefa da sociologia é assegurar que essas escolhas sejam verdadeiramente livres e que assim continuem, cada vez mais, enquanto durar a humanidade.
( Bauman, Zygmunt.Modernidade líquida.Rio de Janeiro: Jorge Zahar,2001.p.246.)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O NASCIMENTO DA FILOSOFIA - 2013
Foi na Grécia Antiga,por volta do século VI a.C., que nasceu a filosofia.
Mas, acredita-se que o primeiro homem a fazer uso da palavra filosofia foi o matemático Pitágoras de Samos, que viveu por volta do século V a.C.
A filosofia é um conhecimento,uma forma de saber que, como tal, tem uma esfera própria de competência, a resspeito da qual procura adquirir informações válidas, precisas e ordenadas. Mas, enquanto é fácil dizer qual é a esfera de competência das várias ciências experimentais, o mesmo não se dá com a filosofia. Sabemos,por exemplo,que a botânica estuda as plantas, a geografia, os lugares, a história, os fatos, a medicina, as doenças etc. Quanto á filosofia, que coisa estuda ela? No dizer dos filósofos, ela estuda todas as coisas.
(MONDIN,Batista.Curso de Filosofia.São Paulo: Edições Paulinas,1991,p.7.)
(adaptado - intertítulo do autor)
Argumente o texto filosófico.
O que é Filosofia?
O melhor meio de se aproximar da filosofia é fazer perguntas filosóficas: como o mundo foi criado? Será que existe uma vontade ou um sentido por detrás do que ocorre? Há vida depois da morte? Como podemos responder a essas perguntas? E,principalmente: como devemos viver?
Essas perguntas têm sido feitas pelas pessoas de todasas épocas. Não conhecemos nenhuma cultura que se tenha perguntado quem é o ser humano e de onde veio o mundo. Basicamente,não há muitas perguntas filosóficas para se fazer. Já fizemos algumas das mais importantes. Mas a história nos mostra diferentes respostas para cada uma dessas perguntas que estamos fazendo.
É mais fácil, portanto,fazer perguntas filosóficas do que respondê-las. Da mesma forma, hoje em dia cada um de nós deve encontrar a sua resposta para essas perguntas. Não dá para procurar numaenciclopédia se existe um Deus, ou se há vida após a morte. A enciclopédia também não nos diz como devemos viver. Mas a leitura do que outras pessoas pensaram pode nos ser útil quando precisamos construir nossa própria imagem do mundo e da vida
(GAARDER,Jostein.O mundo de Sofia:romance da história da Filosofia.São Paulo:Companhia da
Letras,1995,p.25.)
Argumente sobre o texto filosófico.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
TRABALHADORES, UNI-VOS!
Os cientistas sociais não têm a mesma compreensão do papel da ciência. Se, para Max Weber e Georg Simel, por exemplo, a ciência social deveria se afastar da esfera moral e política, para Émile D. e Karl Marx cabia a ela produzir um tipo de conhecimento capaz de conduzir os homens a uma vida melhor e a uma sociedade mais justa. Marx levou até as últimas consequências o papel político da ciência através de sua concepção da luta de classes sociais. Além de propor uma teoria sobre a transformação das sociedades, convocou os homens, e especialmente a classe trabalhadora, a serem agentes da história. Os indivíduos não escolhem a classe social as quais pertencem, mas suas concepções de mundo, valores, opiniões políticas, posição social, renda e muitos outros aspectos de suas vidas são modelos pelo pertencimento a uma determinada classe. Embora Marx reconhece que em uma sociedade pode haver uma variedade de classes sociais, considerava que o principal conflito social é o que opõe as classes dominantes e as classes dominadas. Em todos os períodos da história ocidental houve classes antagônicas: escravo x senhor; servo x senhor feudal; proletariado x burguesia. No estágio atual da história, a classe dominante é a burguesia, que em sua origem teve o mérito de ser uma classe revolucionária. Usando largamente as inovações tecnológicas e científicas, a burguesia alterou a formar de produzir. Além disso, a partir de sua concepção de mundo, nada mais ficou de fora da esfera do ganho e do lucro. O novo regime de trabalho inaugurado por ela ficou conhecido como capitalismo. Apesar de produzir riqueza em larga escala, o capitalismo não distribui essa riqueza, concentrando-a nas mãos de alguns poucos, enquanto a maioria da população sofre inúmeras privações. Por essa razão, Marx convocou os trabalhadores a se tornarem agentes da história e a conduzirem a superação do capitalismo. Temos assim, em Marx, o encontro da ciência com a política.
KARL MARX E A HISTÓRIA DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM
Socialismo científico ou Socialismo marxista foi criado por Karl Marx (1818 - 1883) e Friedrich Engels (1820 - 1895), quando estes desenvolveram a teoria socialista, partindo da análise crítica e científica do próprio capitalismo, em reação contrária as ideias espiritualistas, românticas, superficiais e ingênuas dos utópicos.Ao contrário dos utópicos, Marx e Engels não se preocuparam em pensar como seria uma sociedade ideal. Preocuparam-se, em primeiro lugar, em compreender a dinâmica do capitalismo e para tal estudaram a fundo suas origens, a acumulação prévia de capital, a consolidação da produção capitalista e, mais importante , suas contradições. Perceberam que o capitalismo seria, inevitavelmente, superado e destruído. E, para eles, isso ocorreria na medida em que, na sua dinâmica evolutiva, o capitalismo, necessariamente, geraria os elementos que acabariam por destruí-lo e que determinariam sua superação. Entenderam, ainda, que a classe trabalhadora agora completamente expropriada dos meios de subsistência, ao desenvolver sua consciência histórica e entender-se como uma classe revolucionária, teria um papel decisivo na destruição da ordem capitalista e burguesa. Marx e Engels afirmaram, também, que o socialismo seria apenas uma etapa intermediária, porém, necessária, para se alcançar a sociedade comunista. Esta representaria o momento máximo da evolução histórica do homem, momento em que a sociedade já não mais estaria dividida em classes, não haveria a propriedade privada e o Estado, entendido como um instrumento da classe dominante, uma vez que no comunismo não existiriam classes sociais. Chegar-se-ai portanto, à mais completa igualdade entre os homens. Para eles isso não era um sonho, mas, uma realidade concreta e inevitável. Para se alcançar tais objetivos o primeiro passo seria a organização da classe trabalhadora.
A teoria marxista, expressa em dezenas de obras, foi claramente apresentada no pequeno livro publicado em 1848, O Manifesto Comunista. Posteriormente, a partir de 1867, foi publicada a obra básica para o entendimento do pensamento marxista: O Capital, de autoria de Marx. Os demais volumes, graças ao esforço de Engels, foram publicados após a morte de Marx.
Os princípios básicos que fundamentam o socialismo marxista podem ser sintetizados em quatro teorias centrais:
- A teoria da mais-valia, onde se demonstra a maneira pela qual o trabalhador é explorado na produção capitalista;
- A teoria do materialismo histórico, onde se evidencia que os acontecimentos históricos são determinados pelas condições materiais (econômicas) da sociedade;
- A teoria da luta de classes, onde se afirma que a história da sociedade humana é a história da luta de classes, ou do conflito permanente entre exploradores e explorados;
- A teoria do materialismo dialético, onde se pode perceber o método utilizado por Marx e Engels para compreender a dinâmica das transformações históricas. Assim como, por exemplo, a morte é a negação da vida e está contida na própria vida, toda formação social (escravismo, feudalismo, capitalismo) encerra em si os germes de sua própria destruição.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Análise e entendimento (Sociologia) - 2013
“Podemos entender a Sociologia como uma das manifestações do pensamento moderno. A evolução do pensamento científico (...) passa a cobrir com a Sociologia uma nova área do conhecimento (...),ou seja, o mundo social. A sua formação constitui um acontecimento complexo para o qual concorrem uma série de circunstâncias históricas e intelectuais.” (Martins,Carlos B. O que é sociologia.7 ed.São Paulo: Brasiliense,1984,p.10.) Com base no texto,argumente.
Questionamento sociológico - 2013
O problema central: O da realidade desta liberdade formal do indivíduo quando a confrontamos com esta relação hierárquica que também compõe, necessariamente, a experiência social no capitalismo, realidade que impõe impossibilidades reais, mesmo diante as possibilidades formais, isto é, uma realidade que determina que mesmo que os indivíduos sejam formalmente livres para mudar de posições (de classe, de gênero, que possam buscar permanecer jovens através de plásticas etc.) esta liberdade é simplesmente formal porque eles não podem realmente fazer isso a menos que tenham acesso aos meios para tal, acesso que a maioria não controla dada a relação hierárquica entre as classes. Considerando o questionamento acima, argumente.
Texto Sociológico - 2013
A Sociologia e a miséria humana
Levar á consciência os mecanismos que tornam a vida dolorosa, inviável até, não é neutralizá-los; explicar as contradições não é resolvê-las. Mas, por mais cético que se possa ser sobre a eficácia social da mensagem sociológica, não se pode anular o efeito que ela pode exercer ao permitir aos que sofrem que descubram a possibilidade de atribuir seu sofrimento a causas sociais e assim se sentirem desculpados; e fazendo conhecer amplamente a origem social, coletivamente oculta, da infelicidade sob todas as suas formas, inclusive as mais íntimas e as mais secretas. (Bourdeu, Pierre coord.A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, 1997.p.735.) Considerando o texto acima, disserte sobre: A Sociologia é necessária para a compreensão da sociedade em que vivemos?
terça-feira, 27 de março de 2012
Análise e Entendimento - FILOSOFIA
Educar para o pensar também é,portanto, dar condições para que os jovens superem o egocentrismo infantil, procedendo á descentralização da inteligência e da afetividade. De fato, ssegundo Piaget, a reflexão é uma deliberação interior, uma discussão que se tem consigo mesmo, enquanto a discussão, por sua vez, é uma reflexão exteriorizada. Não por acaso, aprender a pensar e a debater é construir para a construção da sociedade pluralista, que supõe o sujeito autônomo e crítico e que, ao mesmo tempo, é capaz de conhecer a alteridade, aceitar as diferenças, buscar o consenso pelo poder da palavra, mas reconhecendo o dissenso como expressão da sociedade democrática, que não é hemogênea. (ARANHA,2002,P.49)
quinta-feira, 10 de março de 2011
08 demarço: Dia Internacional da Mulher
Lei Maria da Penha: conquista histórica das mulheres brasileiras A lei Maria da Penha (lei 11.340/2006) é a primeira lei federal dirigida á prevenção e ao combate á violência doméstica e familiar contra a mulher. Sancionada pelo Presidente da República em 07 de agosto de 2006, a lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra mulher e estabelece medidas de assistência e proteção ás mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O nome da lei homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia, que lutou 20 anos para ver seu agressor condenado.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Dicionário de Filosofia
| Universais | ||
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Designação genérica que discute, em filosofia, a origem e a natureza das idéias. Sobre a questão firmaram-se três posições fundamentais: nominalismo, realismo e conceitualismo. Motivo de controvérsia e reflexão escolástica. | ||
| Valor | ||
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Axiologia, ou teoria do valor é a abordagem filosófica do valor em sentido amplo. Sua importância reside principalmente no novo e mais extenso significado que atribuiu ao termo valor e na unidade que trouxe ao estudo de questões econômicas, éticas, estéticas e lógicas que eram tradicionalmente consideradas em separado. | ||
| Verdade | ||
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Na Filosofia Clínica, há dois tipos de verdade: subjetiva e consensual. A verdade subjetiva é aquela que habita a pessoa que está de acordo com a sua singularidade, sua Estrutura de Pensamento. Quanto à verdade consensual, é aquela estabelecida em conjunto pelas pessoas. | ||
Dicionário de Filosofia
| Russell, Bertrand | ||
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Bertrand Russell - Matemático, lógico e filósofo inglês - enfatizou o caráter libertador da lógica e defendeu pontos de vista neopositivistas e behavioristas. A filosofia russelliana apresenta alguns aspectos determinantes da linguagem, considera as definições de conhecimento e de verdade, envolvendo a relação entre verdade e experiência. Dedicou-se a três grandes áreas de estudo, com a premissa subjacente de que a visão científica do mundo é certamente a visão correta: a teoria do conhecimento, as relações entre lógica e matemática e, finalmente, entre lógica e linguagem. Pertinentes a esse último tema são a filosofia do atomismo lógico - influenciada pelas idéias de seu aluno Ludwig Wittgenstein, de quem mais tarde discordaria - e a chamada teoria das descrições. Em seus Princípios de Matemática, Russell diz que todas as palavras têm significado na acepção de que são símbolos representativos de outra coisa que não eles mesmos: as entidades indicadas pelas palavras. Lógico, filósofo e ativo militante político, Bertrand Russell acreditava que a filosofia deve preparar o terreno para uma ciência pragmática que permitirá ao homem dedicar-se ao aperfeiçoamento do mundo em que vive. Russell chama de dados sensórios o que se aproxima de simples idéias do sentido e se refere diretamente o que está relacionado aos sentidos e aos dados proprioceptivos: percepções e impressões que constituem a experiência. A obra filosófica mais lida de Bertrand Russell é a History of Western Philosophy (1945; História da filosofia ocidental). | ||
| Saber | ||
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Erudição, sabedoria, experiência da vida, do mundo. Aquilo que se sabe. Só se diz propriamente neste sentido se os conhecimentos em questão forem suficientemente numerosos, sistematizados e elaborados por um trabalho contínuo do espírito. Filosoficamente é a certeza de estar convencido e poder se explicar em toda a sua plenitude uma verdade de ordem diversa daquelas que se atingem por meio da razão. Estado de espírito que conhece; relação do sujeito que pensa com um conteúdo objetivo do pensamento, formulado numa proposição, de que admite a verdade por razões intelectuais e comunicáveis. A Filosofia Clínica usa três campos filosóficos como maneira de Construção do Saber: lógica Formal adaptada à clínica, Esteticidade associada a Somaticidade e Matemática Simbólica. No sentido bem amplo do termo, podemos considerar o estudo metódico e reflexivo do saber, de sua organização, de sua formação, de seu desenvolvimento, de seu funcionamento e de seus produtos intelectuais. Estudo da natureza e dos fundamentos do saber, particularmente de sua validade, de seus limites, de suas condições de produção. Quanto maior a importância do saber, maior a necessidade de dotar o homem de sólidos fundamentos teóricos e critérios de verdade para entendimento daquilo que se deve fazer como habilidade para conseguir os seus fins e ter conhecimentos especiais para compreender os sistemas que necessitamos para a estruturação do pensamento no mundo vivido. Processo de busca, do vivido, em sua forma verdadeira com o propósito de compreender a realidade das coisas assim como existem, não só os conhecimentos, também as artes, a formação do caráter de forma natural e genuinamente humana. Ethos (hábitos) que o faz ser digno e bom tanto como governado quanto como governante. Seu objetivo não é ensinar ofícios, mas sim treinar a liberdade do pensar como o legado deixado de uma geração para outra na sociedade. | ||
| Sentimentos | ||
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São estados afetivos, ou tendência afetiva geral, por oposição ao conhecimento. Variantes das emoções, das paixões, dos prazeres. Mais especificamente, prazeres, dores, emoções que tem causas morais, e não causas orgânicas imediatas. Estados de alma, ditos também estados psíquicos, decorrentes do sentir. Spinoza fala dos sentimentos passivos como a passagem das paixões às ações, aos atos. Conjunto de emoções e de inclinações altruístas e simpáticas, por oposição ao egoísmo, mas também a idéia de conhecimento intuitivo e imediato, por oposição ao raciocínio. Segundo o existencialismo, o único meio que possuímos para entrar em contato com a existência concreta e vivida, consiste no sentimento ou emoção. Assim é que dos conhecimentos sensíveis se fazem seguir prontamente estados de emotivos, e que podem ser os mais diversos, de satisfação uns, insatisfação outros. Importa não confundir, pois, a sensação com os sentimentos e as emoções decorrentes. Primeiro acontece o conhecimento, com objeto. Depois decorrem os estados conseqüentes, sem novo objeto. Podemos notar, através da critica de Lalande, em seu vocabulário técnico e critico, que o sentido da palavra sentimento se divide em dois grupos. Num grupo está a idéia essencial de estado afetivo e, no outro grupo a idéia de conhecimento imediato; a acepção de opinião, parecer, crença apesar de estar diretamente ligada a um sentido clássico sentire, sententia, tomou, segundo ele, por uma espécie de contágio, alguma coisa dessa conotação. | ||
| Sistema | ||
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Conjunto de princípios organizados de modo a formar um todo científico ou um corpo de doutrina. | ||
| Sofisma | ||
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Termo que designa, em filosofia, o argumento que, a partir de premissas verdadeiras, ou assim consideradas, chega a conclusões inadmissíveis, que não pode enganar a ninguém, mas que parece conforme as regras formais do raciocínio e que não se sabe como refutar. | ||
| Solipsismo | ||
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Doutrina filosófica que afirma ser o eu individual a única realidade e que apresenta pessoas e objetos como representações da subjetividade. | ||
| Teorema | ||
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Enunciado de uma proposição ou uma propriedade que pode ser demonstrada por um raciocínio lógico a partir de fatos dados ou hipóteses justificáveis incluídos neste enunciado. | ||
| Teoria | ||
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Sistema ou doutrina que trata dos princípios básicos de uma ciência ou arte. | ||
| Termo | ||
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É tudo o que se encontra expresso: som, frase, dados escritos, atos mecânicos, como dançar, etc. | ||
| Tese | ||
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Termo que designa, em filosofia, o princípio imediato do silogismo que serve de base para qualquer demonstração. Na dialética hegeliana, é a afirmação de um conceito que, negado pela antítese, dá origem à síntese. | ||
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